O candidato a presidência do Flamengo, Cacau Cotta, continua demonstrando ser o mais preparado entre os postulantes que já inscreveram suas chapas.
Anteontem, em entrevista à Mesa Rubro-Negra, que está disponível no youtube, Cacau foi enfático sobre a necessidade que o Flamengo tem de avançar nos setores fundamentais do clube.
"Nosso clube se chama Clube de Regatas do Flamengo. Temos que voltar a avançar em todas as modalidades que compõem a história do clube. Precisamos voltar a investir no patrimônio e ter um clube social fascinante.
Somos totalmente contra essa história de Conselho Gestor no futebol, composto por 6 ou 7 pessoas que nada entendem desse esporte. Temos que possuir um Centro de Treinamento nos moldes mais modernos existentes. O Flamengo tem que voltar a formar seus craques na base do clube.
Há um tempo atrás, o Márcio Braga liderou um grupo que foi no Bandeira (presidente do Flamengo) exigir a demissão do Ney Franco e o afastamento do André Santos, que comandava as baladas noturnas e estavam prejudicando a história do Flamengo.
Nesse Brasileirão. o Flamengo só decolou quando se nomeou um vice-presidente de futebol. Não estou dizendo que ele seja brilhante mas, pelo menos, agora tem comando. Futebol é assim que se administra.
Contra a Cruzeiro fiquei feliz ao ver 6 atletas da base terminando a partida em campo. Alguns oriundos da nossa vitória na Copinha.
Campanha política nada tem a ver com futebol.
A prova disso é que o Flamengo conquistou o Brasileiro num domingo e na segunda-feira a situação perdeu a eleição.
Eleição se ganha com os sócios.
E com propostas para o clube voltar a crescer.
Temos que abrir a caixa-preta das finanças do clube", analisou Cacau Cotta.
A atual gestão azul do Flamengo pregou nos três anos de administração que estaria investindo no saneamento das finanças do clube. Entretanto, um balanço publicado recentemente pelo Banco Itaú demonstra que a dívida do Flamengo cresceu nesse período, havendo muitas pedaladas fiscais, com a troca da dívida pública para seguidos empréstimos milionários nos bancos particulares.

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